Levaram-te de mim como a foice
que arranca o centeio sem dó pela raiz.
Tua presença transborda cachoeiras infinitas
Inundam minhas córneas lavando
vermelhas minhas maçãs.
Eu imploro para que sua marca não deixe minha pele,
Para que seu perfume ocupe minhas narinas,
Enquanto houver e caminhar minha vida.
E que o amor, outrora entrelaçados,
Permaneça sempre a bombear meu coração.
